segunda-feira, 21 de outubro de 2013
As vantagens de ser invisível de Stephen Chbosky
O livro retrata a história de Charlie, um garoto muito peculiar e emotivo, que tende a ser uma pessoa confusa e isolada, pelo fato de não ter nenhum amigo, e sentir que não tem ninguém por ele.
Charlie tem uma certa paixão por mixar músicas e gravá-las em fitas, e por ler, que é um hábito super frequente da personagem.
Confesso a vocês que me apeguei muito a ele, e o fato da narrativa ser descrita por cartas de Charlie ao leitor além de facilitar muito a leitura, te faz se sentir por dentro da história, como se aquilo que tivesse escrito fosse mais real, tivesse mais sentido para você, e sua presença também fosse necessária na história, como um certo "leitor personagem" digamos assim, já que não encontro outra palavra. Voltando ao assunto, realmente tive um certo apego por ele, muito desse apego se atribui em parte por ele ser ingênuo demais e não ter ninguém para explicar as coisas pra ele, o que te faz pensar que você poderia desempenhar muito bem esse papel e também porque me identifiquei muito com sua maneira de pensar, de observar o mundo a sua volta, e o fato de ele ser considerado em sua escola invisível só fazia com que ele compreendesse detalhes, que passam pelas pessoas despercebidos, e que portanto eram difíceis de ser notados.
"As coisas mudam. E os amigos partem. A vida não para para ninguém."
Tenho o prazer de disser que gostei do livro desde as primeiras páginas, e eu já conhecia a história, porque tinha visto o filme antes (Sim, eu adquiri o hábito de ver o filme antes do livro, pra ter a chance de gostar de ambos, e não odiar o filme após a leitura do livro por ser uma péssima adaptação cinematográfica), e pensei que já sabia toda a história, e que não poderia me surpreender mais com ela por causa disso. Aí é que estava enganada, pois o livro sempre, em todos os casos, contém detalhes sórdidos que no filme deixam passar, e que são importantes pra fazer a conexão da história, assim, facilitando a compreensão do leitor.
Após muito tempo isolado, Charlie conhece duas pessoas que vão mudar sua vida pra valer, e quem sabe até sua maneira confusa de pensar.
"Então, acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas."
Editora:Rocco
Número de Páginas: 223
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
A perseguição de Sidney Sheldon
Assim, o garoto se vê pela primeira vez nos territórios da América, e mal ele sabia que teria que fazer uma corrida contra o tempo, se não quisesse ser eliminado de vez por alguém que cobiçava a herança que ele herdara.
“Nada pode impedi-lo quando você estabelece um objetivo. Ninguém pode impedi-lo, a não ser você mesmo. Eu acredito nisso.”
Um fato que me incomodou no livro foi ter poucos quotes, frases e trechos pra mim marcar e poder absorver a leitura mais facilmente, mas apesar disso não atrapalhou ela, pelo contrário, ás vezes nem percebia isso, porque a narrativa de Sidney Sheldon apesar de ter sido o primeiro livro que li dele, me cativou totalmente, com suas frases curtas, grande descrição, sempre direto ao ponto, sem enrolar, que foram em grande parte motivos que tornaram minha leitura mais agradável e também me fizeram se encantar pelo Sheldon, que espero não ser o último livro que leio dele, porque após terminar esse, vou logo procurar por mais.
Masao se vê em um labirinto, sem saber por onde começar, nem por onde sair dessa cilada que tinha se metido, tendo que usar muita astúcia, inteligência, e coragem, dons que herdara dos pais, e que agora querendo ou não teria que colocá-los a prova, porque o menor deslize poderia ser fatal.
Editora: Record
Número Páginas: 234
Assinar:
Postagens (Atom)

