Até que surge em sua vida, uma chama de esperança, Augustus Waters, e mais intimamente Gus, (que na opinião de Hazel é a melhor pessoa do mundo em segurar sensualmente um cigarro com os lábios, e na minha também, mas isso não vem ao caso) um cara esbelto, jovem, que não consegue passar despercebido pelas pessoas, e que também teria um futuro brilhante, se não sofresse do mesmo mal que nossa amiga Hazel.
Unidos pelo Câncer, aos poucos um vai preenchendo o grande vazio da vida do outro, mas a pergunta é, até quando isso pode e deve durar?
"Enquanto ele lia, me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra."
A culpa é das estrelas, foi uma leitura rápida, fácil, e ao mesmo tempo marcante, com traços de pensamentos únicos, que me faziam refletir sobre muitos momentos da vida. Confesso que sinceramente não consegui largar o livro até terminar, e apesar de ter lido muitas resenhas negativas antes de começar a lê-lo e também várias criticas positivas de pessoas que leram e gostaram bastante, não me deixei influenciar por nenhum dos lados, constitui minha própria opinião sobre o livro, que mesmo tendo uma vaga noção de como o livro era maravilho pelo que a maioria falava, ele realmente excedeu minhas expectativas, me fazendo perceber que a felicidade ás vezes está presente nas entrelinhas da tristeza e nós nem nos damos ao trabalho de perceber.
"Não dá para escolher se você vai ou não se ferir neste mundo meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo."
E a cada página eu me apaixonei mais pelo Gus, e quando eu achava que não podia me apaixonar mais ainda por ele, eu achava ele mais perfeito do que antes, porque ele foi diferente do estereótipo normal de "príncipe" a que estamos acostumadas, e mesmo que o livro tivesse sido horrível (o que não foi, de maneira alguma) a leitura teria realmente valido a pena pelo Augustus Waters.
"A tristeza não nos muda, ela nos revela."
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 283
